
sexta-feira, 16 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
shunyata
quarta-feira, 7 de julho de 2010
D'Acasa para a casa.
De TRI, exposição "Monstros de Curitiba" na galeira ACASA !
(quadro da esquerda em breve na minha casa)
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Fellow.
Caretas são noinha.
I'm not dog no.
Prefiro os loucos de si.
Cheios varridos.
Quando eu for gente grande
talvez lhe entenda.
I'm not dog no.
Prefiro os loucos de si.
Cheios varridos.
Quando eu for gente grande
talvez lhe entenda.
sábado, 3 de julho de 2010
Tao.
O que ainda está em repouso é fácil de ser agarrado.
O que ainda não surgiu é fácil de ser ponderado.
O que ainda é frágil é fácil de ser quebrado.
O que ainda é pequeno é fácil de ser dispersado.
É preciso agir sobre o que ainda não existe,
é preciso pôr em ordem no que ainda não está em desordem.
A árvore com uma braça de diâmetro
nasce de uma haste fina como um fio de cabelo.
A torre de nove andares nasce de um montículo de terra.
A viagem de mil milhas
começa diante dos teus pés.
Quem age, estraga;
quem segura, perde.
Assim também o Sábio;
não age e, por isso, nada estraga;
não segura e, por isso, nada perde.
As pessoas cuidam de seus negócios
e, quando estão quase terminados,
elas o destroem.
Cuida do fim assim como do começo,
e nada será arruinado.
Assim também o sábio:
deseja ficar sem desejos;
não aprecia os bens difíceis de serem conseguidos;
aprende o não- aprender;
interessa-se pelo que o povo deixa de lado.
Favorece, assim, o curso natural das coisas
e nunca ousa agir.
Lao-Tzu - TAO-TE KING
O que ainda não surgiu é fácil de ser ponderado.
O que ainda é frágil é fácil de ser quebrado.
O que ainda é pequeno é fácil de ser dispersado.
É preciso agir sobre o que ainda não existe,
é preciso pôr em ordem no que ainda não está em desordem.
A árvore com uma braça de diâmetro
nasce de uma haste fina como um fio de cabelo.
A torre de nove andares nasce de um montículo de terra.
A viagem de mil milhas
começa diante dos teus pés.
Quem age, estraga;
quem segura, perde.
Assim também o Sábio;
não age e, por isso, nada estraga;
não segura e, por isso, nada perde.
As pessoas cuidam de seus negócios
e, quando estão quase terminados,
elas o destroem.
Cuida do fim assim como do começo,
e nada será arruinado.
Assim também o sábio:
deseja ficar sem desejos;
não aprecia os bens difíceis de serem conseguidos;
aprende o não- aprender;
interessa-se pelo que o povo deixa de lado.
Favorece, assim, o curso natural das coisas
e nunca ousa agir.
Lao-Tzu - TAO-TE KING
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Querendo ser outra deixou de ser ela mesma.
Queria ser bela.
Podia não ser linda.
Sabia ser cult.
Criou um blog.
Fez uma marca.
Deixou o seu perfil do orkut.
Pensou duas vezes.
Voltou pro Rio.
Foi trabalhar de canga.
Perdeu seu desejo.
Engoliu Freud.
Hoje vive em Angra.
Podia não ser linda.
Sabia ser cult.
Criou um blog.
Fez uma marca.
Deixou o seu perfil do orkut.
Pensou duas vezes.
Voltou pro Rio.
Foi trabalhar de canga.
Perdeu seu desejo.
Engoliu Freud.
Hoje vive em Angra.
sábado, 5 de setembro de 2009
Cibernética.
Ser quem vc é depende do URL?
Poética cibernética, essa é a nova preocupação.
Existe um ritmo para escrever e outro para ler e a incompatibilidade virtual pode ser um problema. Já vi amores não nascerempor causa de perfis pouco criativos e casamentos terminarem por causa de perfis sexy. Percebi também amigos virtuais fiéis na rede mas pouco presentes na cidade.
Assim como fotos com poses não são muito bem recebidas, as frases longas não têm audiência.
Orkut é brega? Twitter é cool?
Pura paranóia virtual.
Get a http://megaupload and be happy!
Poética cibernética, essa é a nova preocupação.
Existe um ritmo para escrever e outro para ler e a incompatibilidade virtual pode ser um problema. Já vi amores não nascerempor causa de perfis pouco criativos e casamentos terminarem por causa de perfis sexy. Percebi também amigos virtuais fiéis na rede mas pouco presentes na cidade.
Assim como fotos com poses não são muito bem recebidas, as frases longas não têm audiência.
Orkut é brega? Twitter é cool?
Pura paranóia virtual.
Get a http://megaupload and be happy!
segunda-feira, 16 de março de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
sábado, 10 de janeiro de 2009
Peter Park now a days
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
domingo, 4 de janeiro de 2009
eu não acredito em feriados
se a vida vai levando e a gente vai nessa. pra onde vamos? quando olhei pra fora já era tarde. mas o sol ainda brilhava. e eu não acreditava naquilo que estava estampado ali: oito e meia. queria saber se vc ainda pensava em mim. se morava lá. e se ainda comia rápido. mas já não sabia quem vc era. por isso terminei o dia com vinho e chocolate. e precisei de dois metros de esperança. dez centímetros de fumaça. e uma caixa de equipamentos para sobrevivência. leia-se: sixpac.
sábado, 3 de janeiro de 2009
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Turn Om
No último domingo revi a entrevista do Roda Viva (programa da Tv Cultura) com o diretor de cinema David Lynch. Na tv, o americano com então 62 anos, falou sobre a visita que fez ao Brasil em agosto deste ano, para lançar seu livro sobre meditação "Catching the Big Fish: Meditation, Consciousness, and Creativity" (em português, obviamente a tradução é deturpada para: Águas Profundas: Criatividade e Meditação). Pelo que conferi na TV e li no site da David Lynch Foundation, o autor pretende principalmente passar métodos de meditação transcedental e contar como essa atividade pode ajudar no processo criativo e no encontro com a almejada felicidade plena.
Por enquanto só tive contato com a obra por meio de releases. Entretanto, ao rever a entrevista, uma questão passou por esta mente que vos escreve - e que há oito anos vem tentando praticar a meditação (com dificuldades) todos os dias: Por que é tão difícil para os ocidentais acreditar em um ensinamento tão simples?
Meditar faz muito bem para a mente e para todas as outras atividades de nosso dia-a-dia, isso é fato e estamos cansados de saber. Mas infelizmente poucos são aqueles que ao menos uma vez por dia "apenas sentam" e meditam. As distrações que nos consomem são muitas: internet, tv, telefone, mp3, revistas, livros, estudos, arte, trabalho, vontades aleatórias como guloseimas, conquistas, baladas, etc. E no meio desses gadgets e entretenimentos da nossa vida (pós)moderna, parece difícil encontrarmos 15 ou 20 minutos por dia para um "nada fazer".
Mesmo que pessoas extremamente iluminadas, como o XIV Dalai Lama, entre outros, nos dêem garantia de que a prática de meditação traz uma grande e importante transformação para a nossa relação com a individualidade e com os outros, pouco nos importamos. E assim, quando nada temos para fazer, nos deparamos com o tédio e procuramos mais e mais passatempos ao invés de aproveitarmos o momento para tentar que as turbulências da mente se aquietem.
A sorte nossa é que dentro desse caótico mundo, alguns holofotes brilham e chamam a atenção para a questão. Parece que somente quando alguém renomado no próprio universo do entretenimento fala, escutamos - a espiritualidade não dá audiência senão quando proferida por celebridades.
Mas não dá nada não, "se não pode contra eles, junte-se a eles". Garanto que os mestres de verdade ficam felizes com o ato de David Lynch. Tomara que ele contribua para que uma "guinada de 180 graus" aconteça na vida dos ocidentais, como ele mesmo falou. Afinal, a paz mental não necessita de mágica, mas de 20 minutos diários, independente de nossa religião - ou ausência de uma.
Por enquanto só tive contato com a obra por meio de releases. Entretanto, ao rever a entrevista, uma questão passou por esta mente que vos escreve - e que há oito anos vem tentando praticar a meditação (com dificuldades) todos os dias: Por que é tão difícil para os ocidentais acreditar em um ensinamento tão simples?
Meditar faz muito bem para a mente e para todas as outras atividades de nosso dia-a-dia, isso é fato e estamos cansados de saber. Mas infelizmente poucos são aqueles que ao menos uma vez por dia "apenas sentam" e meditam. As distrações que nos consomem são muitas: internet, tv, telefone, mp3, revistas, livros, estudos, arte, trabalho, vontades aleatórias como guloseimas, conquistas, baladas, etc. E no meio desses gadgets e entretenimentos da nossa vida (pós)moderna, parece difícil encontrarmos 15 ou 20 minutos por dia para um "nada fazer".
Mesmo que pessoas extremamente iluminadas, como o XIV Dalai Lama, entre outros, nos dêem garantia de que a prática de meditação traz uma grande e importante transformação para a nossa relação com a individualidade e com os outros, pouco nos importamos. E assim, quando nada temos para fazer, nos deparamos com o tédio e procuramos mais e mais passatempos ao invés de aproveitarmos o momento para tentar que as turbulências da mente se aquietem.
A sorte nossa é que dentro desse caótico mundo, alguns holofotes brilham e chamam a atenção para a questão. Parece que somente quando alguém renomado no próprio universo do entretenimento fala, escutamos - a espiritualidade não dá audiência senão quando proferida por celebridades.
Mas não dá nada não, "se não pode contra eles, junte-se a eles". Garanto que os mestres de verdade ficam felizes com o ato de David Lynch. Tomara que ele contribua para que uma "guinada de 180 graus" aconteça na vida dos ocidentais, como ele mesmo falou. Afinal, a paz mental não necessita de mágica, mas de 20 minutos diários, independente de nossa religião - ou ausência de uma.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
catwalk X sidewalk
Porque um estilista precisa de passarela para ser legitimado?
No início do século XIX a alta-costura estava sozinha, em Paris, ditando moda. Hoje e desde a década de 1960 que ela divide sua posição com o prêt-à-porter e com a rua. Contudo, ainda não deixamos de lado a crença de que precisamos ir para o catwalk para sermos criadores de moda.
Alimentamos a moda logo que desenvolvemos uma roupa, pois impulsionamos e materializamos alguma mudança no vestir de terceiros – isso vale para aqueles que customizam peças. Não precisamos fazer o vestido com o preço de quatro ou cinco dígitos para sermos criadores de moda. Sim, eu sei, isso é óbvio. Mas ainda tem profissional que idealiza um mundo de glamour e faz-de-conta, onde sucesso é estar em uma fashion week bebendo champagne no camarim.
Essa confusão de valores, provocada pelas mídias, atinge os consumidores, o mercado, que por vezes chega até algumas escolas de moda, e por fim, recai nos futuros profissionais de moda. Alguns desses, mal procuram ver as outras oportunidades que existem em diferentes setores dentro desse campo.
Sim, continuemos aplaudindo Jean Paul Gaultier, Vivienne Westwood, Alexander McQueen, John Galiano, Karl Lagerfeld e outros grandes nomes que, com mérito, transformam de verdade a moda, logo que criam. Mas não deixemos de valorizar os estilistas menores, que, mesmo que muitas vezes apenas reeditem as obras dos “mestres maiores”, são os principais fornecedores de nossa moda diária, aquela que usamos todos os dias e nas ruas.
No início do século XIX a alta-costura estava sozinha, em Paris, ditando moda. Hoje e desde a década de 1960 que ela divide sua posição com o prêt-à-porter e com a rua. Contudo, ainda não deixamos de lado a crença de que precisamos ir para o catwalk para sermos criadores de moda.
Alimentamos a moda logo que desenvolvemos uma roupa, pois impulsionamos e materializamos alguma mudança no vestir de terceiros – isso vale para aqueles que customizam peças. Não precisamos fazer o vestido com o preço de quatro ou cinco dígitos para sermos criadores de moda. Sim, eu sei, isso é óbvio. Mas ainda tem profissional que idealiza um mundo de glamour e faz-de-conta, onde sucesso é estar em uma fashion week bebendo champagne no camarim.
Essa confusão de valores, provocada pelas mídias, atinge os consumidores, o mercado, que por vezes chega até algumas escolas de moda, e por fim, recai nos futuros profissionais de moda. Alguns desses, mal procuram ver as outras oportunidades que existem em diferentes setores dentro desse campo.
Sim, continuemos aplaudindo Jean Paul Gaultier, Vivienne Westwood, Alexander McQueen, John Galiano, Karl Lagerfeld e outros grandes nomes que, com mérito, transformam de verdade a moda, logo que criam. Mas não deixemos de valorizar os estilistas menores, que, mesmo que muitas vezes apenas reeditem as obras dos “mestres maiores”, são os principais fornecedores de nossa moda diária, aquela que usamos todos os dias e nas ruas.
domingo, 26 de outubro de 2008
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Quantos anos você tinha quando começou a andar?
Simbolicamente não falando em nada, ela nada dizia.
Pensando ouvir o correto ela parou pra escutar.
Escutou o espontâneo, ouviu o céu e deixou ir...
Ela Foi!!
E quando indo permanecia, resolveu parar.
Parou e mais nada fez.
Acreditou na inércia, teve fé em Newton...
Pensando ouvir o correto ela parou pra escutar.
Escutou o espontâneo, ouviu o céu e deixou ir...
Ela Foi!!
E quando indo permanecia, resolveu parar.
Parou e mais nada fez.
Acreditou na inércia, teve fé em Newton...
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